quarta-feira, 29 de agosto de 2012

O primeiro olhar


Em 2010, comprei um par de óculos pois fui o percussor dos óculos dobráveis, ou seja, os que eu usava até então, partiram ao meio (entre as lentes). Não usava óculos com muita regularidade, usava uns escuros para dirigir e depois guardava, passava o dia sem. Dessa forma quando usei pela primeira vez os óculos novos, tive uma sensação impressionante, realmente naquele momento eu estava com uma nova visão. O desleixo com o par antigo me fez acostumar a ver meio floo, quando pus o novo par eis que tudo estava ali de novo. É estranho falar isso, mas eu gostei de olhar. Olhar pras coisas, vê-las mais nitidamente, ler, olhar de novo. É mais comum você gostar de coisas táteis, gostar do cheiro, gostar de ouvir (uma música por exemplo), eu sinceramente antes de ter essa sensação nunca tinha visto ou ouvido alguém falar que gostava de olhar. E não é ver, de enxergar, é olhar mesmo. Tom Jobim "viu" a garota de Ipanema, essa ação involuntária deve ter durado uns dois, três segundos, depois ele olhou mesmo, rs (deu pra entender a diferença?). Enfim, aquela situação e aquele gosto pelo olhar as coisas, olhar o mundo foi interessante.

Semana passada recebi um novo par de óculos e a ansiedade antes que sentia antes deles chegarem pra sentir esse gosto de olhar de novo era grande. Só que com os dois anos com o par de óculos que eu estava usando regularmente, não houve uma grande diferença, não cheguei a sentir falta da visão plena, ou quando sentia, ao tentar ler alguma coisa sem óculos, logo recorria à sua ajuda pois não tenho mais paciência e ,dependendo da letra, condições de passar sem eles. Enfim, aquele primeiro olhar que pude experimentar em 2010 se foi, passou, o momento era aquele. Como tudo que fazemos na vida, o primeiro show, a primeira composição, a primeira parceria, o primeiro acorde, cada primeiro momento, "tá vendo? Já passou".

Se por um lado, tenho essa experiência de que o "primeiro olhar" não volta, a vida me prova o quanto estou tão certo como errado nessa afirmação. Vai entender lá o que acontece com a gente na "vida louca vida". Só sei que certa vez no começo de namoro minha noiva me perguntou se aquele momento iria perdurar, se não seria "coisa de começo". Respondi que seria coisa de começo, meio e fim. Domingo não escrevi nada, estava mal, e muito desanimado com muita coisa. Incrível como um encontro com a pessoa que se ama pode te por de volta em órbita. Algumas coisas caíram como luva para a postagem da semana, idéias musicais e coragem de propô-las surgiram, tudo de volta ao lugar. E no quesito coisas do coração, trocas de sms de duas pessoas que acabaram de iniciar um namoro naquele dia, naquele instante, mesmo com já 4 anos de caminhada a dois, mas o sentimento de que ainda estávamos no primeiro passo era mais forte que qualquer tempo que tenha se passado. Fazer o que então se é o coração quem manda? De ja vu? Não dessa vez. A ocasião ainda é a do primeiro amor que está, após quatro anos, mais vivo que nunca!

PS1: Não é querendo dar uma de autor de posts de auto-ajuda, mas realmente não sabemos o quando vai durar um primeiro olhar que queremos guardar, então guarde-o.

PS2: Woody Allen tem uma marca visual muito forte com seus óculos, inclusive usando-os com personagens que temporalmente não deveriam. Augusto Licks também tem o óculos como um acessório que compõe seu "look". Hoje até Gessinger e Maltz já estão nessa onda 4 olhos. Sempre procurei algum que me identificasse, que pudesse ajudar a compor minha identidade visual. Hoje posso dizer que encontrei um par que me satisfizesse nessa ânsia.

PS3: Pensando nessa coisa de identidade visual atentei para o fato de que o óculos, o objeto que te ajuda a ver o mundo, é uma peça que você não pode estar vendo em si mesmo constantemente, como uma roupa, acessório ou algo do tipo, a não ser que esteja na frente do espelho. Mas não temos como viver na frente de um, concordam?

PS4: Como não tenho registrado (fora do coração e da lembrança), o primeiro olhar que troquei com minha perfeita simetria, ou até a primeira visão que tive dela quando a vi chegando pra uma viagem pra ver o show dos Engenheiros em Sobral em dezembro de 2007, compartilho com vocês "o primeiro olhar" que tratei de guardá-lo antes mesmo de saber que esse olhar duraria 4 anos (e contando...)

O primeiro olhar:

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domingo, 19 de agosto de 2012

Caminhos de Silêncio


A tantos mundos já quis pertencer
Porém hoje, não mais
E olhando pra trás
Vejo que nada me pertence
E não me pertenço a nada
Aos jardins que outrora caminhei
Aos amores que ainda ontem cultivei
Já não há mais sentido
Pelo que vi por conta própria me desviei
Então esquece, pois hei de seguir
Errante assim, calado assim
Assim hei

André Ramos
30/08/10

domingo, 12 de agosto de 2012

A cigarra, a formiga, o goleiro e a luva



Em uma das postagens em que tratei sobre a canção Pos-Scriptum e fiz o convite para mostrar mais trabalhos de quem quisesse se mostrar eu usei a expressão "trabalho de formiguinha". A formiga é conhecida, até por conta de sua fábula com a dona cigarra, por trabalhar e trabalhar em equipe, várias formigas, minúsculas criaturas, fazendo um trabalho minúsculo que ao final revela uma obra grandiosa. O que de grandioso pode haver no trabalho de uma formiga, você pode perguntar. Ora elas estão até hoje ai, não? Tendo que construir seus formigueiros em ambientes cada vez mais urbanos, disputando com cimento e outras modernidades. E se você, provável leitor estiver permanecendo incrédulo, posso não ter como lhe provar o sucesso de uma formiga, mas tenho como lhe provar o quanto nós, os incríveis seres humanos, somos incapazes de realizar o trabalho de um inseto tão minúsculo, apesar de toda tecnologia que temos a nosso favor.

Na teoria tudo parece simples, ações planejadas que se executadas terão o sucesso garantido. Quando convidei alguns a fazerem o tal trabalho de formiguinha foi na intenção de divulgar idéias, não só minhas, mas de quem se aventurou a me enviar algum trabalho para postar nesse blog dominical. A ideia era simples: eu mostro o blog com o material dos colaboradores para uma pessoa e peço que essa pessoa mostre para mais uma e peça que essa mais uma peça para mais uma e assim por diante. Teoricamente, em questão de tempo poderíamos ter dominado o mundo! Com todos os recursos de compartilhamentos que temos no twitter e no facebook, a referida postagem alcançou em uma semana 142 visualizações e 3 comentários. Dois dos vídeos que seguiam na postagem foram upados por mim em minha conta do Youtube. As estatísticas não mudaram muito, foram em tordo de 100 para meu vídeo com a música Pos-Scriptum e umas 60 para a música da Theater of Salvation do brother Rafael. Hoje, após parar de divulgar o link, meu vídeo possui 109 visualizações e o do Rafael, 75. Como bem lembrei de ressaltar, no final da postagem adverti que iríamos observar a repercussão estatística do blog, dos vídeos e dos outros materiais sem as três palavras mágicas, que seriam "para nossa alegria". Hoje a febre da família alegre baixou, é o que me serve de consolo. Tanta gente com boas idéias que desistem de seus projetos porque não conseguem o apoio esperado nem de seus próprios amigos na maioria das vezes, e coisas como "para nossa alegria" ou "Stephanie absoluta no seu Cross Fox" estouram do dia pra noite. É como diria Nei Lisboa, "cada povo tem o novo que merece". A música, ou o "mercado" em proporções massivas não são as primeiras nem as únicas coisas questionáveis no Brasil. Espero ter demonstrado claramente o quanto acho que as formigas estão superiores a nós humanos, ao menos nesse aspecto. Por isso não conseguimos mudar certos políticos por ai, alguns partidos menores usam de um radicalismo ou utopia tão surreal que acham mesmo que os operários de 2012 vão fazer funcionar a receita de bolo de Marx, do século XIX ao infinito e além. Mas enfim, não falemos de política em ano eleitoral, senão posso ser acusado de apoiar ou falar mal de algum candidato só porque a primeira coisa que lembro quando penso no Elmano, Roberto Cláudio, Marcos Cals, Inácio, Valdeci Cunha, André Ramos (ah infeliz pra ter logo meu nome), Gonzaga, Moroni e Heitor Férrer como prefeitos de Fortaleza é "Ave Maria 'trêis vêis', Ave Maria 'trêis vêis', Ave Maria 'trêis vêis".

Assistindo ao jogo Brasil x México, na final das Olimpíadas de Londres, me veio a lembrança de um determinado mês de férias que tive, não lembro se julho ou janeiro, no qual participei de uma colônia de férias. Uma das atividades era competição de futsal. Montei um time com meus primos e um amigo. Eu não jogava nada, pra não dizer que sou de todo ruim, ao longo de meus 24 anos eu posso dizer que já fiz 1 (um) gol. Tendo em vista essa informação, podemos juntos nos perguntar que diabos eu queria fazer ali. Resposta, eu tinha um par de luvas de goleiro e só tinha usado até então em casa, brincando com meus primos, nunca em um jogo de verdade nem em uma quadra ou campo de verdade. A luva fez o goleiro, o time e a derrota. Perdi as contas de quantos gols eu levei em menos de cinco minutos. No segundo tempo troquei com um primo. Não fizemos nenhum gol mas pelo menos desde então não frangamos mais. Era o motivo errado pra montar um time, acho que pude concluir que o hábito não faz o monge, muito menos a luva faz o goleiro. É como um casal como alguns que conheço que tiveram de casar por conta de uma gravidez não programada. Um dos casais hoje não está mais junto. Era realmente pra ser? Filho é motivo pra casar? Um par de luvas é motivo para fazer um time? Puro egoísmo (de quem fez uma criança sofrer uma separação pré-fabricada ou de quem usou 5 pessoas para satisfazer um desejo de usar as luvas)?

No entanto, buscando enxergar o outro lado da moeda, Humberto Gessinger nos diz que "um par de olhos, um por de sol as vezes faz a diferença" e ainda "artifícios que usamos para sermos ou parecermos mais reais". Explico! O que fazer quando "quem importa não se importa"? O que fazer quando caem ou simplesmente faltam os números de visualizações de um blog ou um vídeo, ou o que fazer quando pessoas te dizem, pô legal curti, escreva mais, toque mais, escreva toda semana, não deixe de fazer sua arte e depois viram as costas, esquecem de vir toda semana ou não te escutam quando você canta? Cazuza diz em uma música muito intensa "quando eu estiver cantando não se aproxime, quando eu estiver cantando fique em silêncio, quando eu estiver cantando não cante comigo". Embora eu pareça estar "reclamando" de atitudes como essa, de ninguém cantar minha música ou algo do tipo, compreendo bem essa música, pois pra quem compõe a música é "quase uma oração" e exige uma certa devoção. Nem sei se devoção é a palavra certa, mas quem canta quer ser no mínimo ouvido, e quando te pedem canta e depois a última coisa que fazem é te ouvir cantar, a vontade que tem é adotar essa atitude do Cazuza, exigir silêncio, atenção. Infelizmente o que acontece muito para os anônimos, meros mortais, é o contrário, ao invés de se exigir silêncio, silencia-se. Em que artifícios poderíamos nos agarrar quando se pensa que motivo nos convence a continuar? Uma luva, um filho, um par de olhos, um por de sol, um sentido escondido nas tuas próprias palavras, um primeiro acorde de canção?

Mestre Raul dizia que a formiga só trabalha porque não sabe cantar, mas não esqueçam que no final de contas quem se da mal e precisa de ajuda é a cigarra!

PS1: Para bom entendedor...

PS2: Essa postagem pode ter um tom meio dor de cotovelo, mas há fantasmas que precisam ser libertos.

PS3: A postagem de que falei no início do texto é essa: "Post Scriptum"


domingo, 5 de agosto de 2012

Guardas da Fronteira

4 anos é um tempo considerável! O menino já está andando e falando alguma coisa. Uma vida curta, mas ainda assim uma vida. Próximo dia 11 de agosto, sábado, a Guardas da Fronteira completa 4 anos de existência, uma pequena vida dentro da vida de algumas pessoas. Dentro desse tempo houve tempo pra muita coisa, amizades, histórias de bastidores, noivado, casamento, viagens, vida que se vai, vida nova chegando, briga, reconciliação, muitas coisas mesmo.

A banda surgiu com o jurássico Orkut, Luis Felipe (o Guassussas) fez o convite na comunidade enghaw Ce para quem quisesse se chegar e formar uma banda cover de Engenheiros. Walter Rebouças, cara que eu já conhecia da UFC, nós dois fazíamos História, aceitou primeiro o convite, o próprio conseguiu, em uma comunidade de bateristas, recrutar Tiago Campos, e assim estava formada a primeira formação da Guardas. Eu acompanhei o processo na comunidade, mas decidi ficar de fora. Na época, rolavam uns encontros enghaw na praça verde do Dragão do Mar e, num desses encontros, aconteceria a primeira reuniam para tratar da banda. Não sei por qual motivo mas a reunião não aconteceu, o encontro sim. Estávamos lá, Walter e eu. Com o tempo antes de outra reunião Walter me chamou pra somar mais uma guitarra na banda e eu fui pra ver qualé. Foi em uma segunda feira, dia 11 de agosto que a Guardas da Fronteira se reuniu a primeira vez. Ainda lembro quando cheguei e vi o Walter com o Tiago em uma mesa do Benfica (o shopping)  e de como achei engraçado o Luis e seu jeito de falar naquele primeiro contato. Saímos de lá e fomos rumo ao primeiro ensaio no Estúdio 14, não tinha nem como registrar a banda toda, pois eramos somente os quatro naquele momento, no caso, Luis, o fotógrafo ficou de fora. Fotos logo abaixo.

Tiago

Eu

Não é o que pode se chamar de melhor foto da pessoa, mas esse é o Walter
Se fosse uma pessoa, qual seria o dia e horário de nascimento? O da postagem do convite no Orkut? O da reunião que não houve? O encontro na praça de alimentação do Benfica (as primeiras conversas e primeiras impressões)? As 13:00 exatas, quando começou a rolar o tempo do estúdio? Quando ligávamos os instrumentos, já éramos uma banda? E quando terminamos os ensaio? O exato momento de nascimento não da pra precisar, mas o dia em que comemoramos ficou o dia 11 de agosto. Engenheiros do Hawaii nasceu num dia 11, só que de janeiro. Coincidência? Destino? Era pra dar certo? Quem sabe?

Somente no segundo ensaio tivemos alguns convidados e a chance da primeira foto da banda reunida, dai em diante os convidados começaram a virar amigos e a banda começou a ganhar seus primeiros "de fé". Veio também o primeiro show, começamos bem em uma igreja onde o padre era pop e tinha um teclado encima do altar, lá dissemos que o céu era só uma promessa, fizemos prece para Freud Flintstone e dissemos que o Papa é Pop, ainda bem que os paroquianos estavam ansiosos demais pelo bingo do frango que ia rolar e não achou ruim nossa música "profana" em ambiente sagrado.

primeira foto com a banda toda

#defé - Mirelle e Alanna

#defé - Talita

#defé e madrinha da banda por ter nos batizado - Camila

#defé (no primeiro show) - Ton, Thayanne, Camilla, Alanna

#defé esperando horas a fio madrugada a dentro pelo show da Guardas - Isadora e Iasodara
O tempo foi passando, vieram os shows, e foi bom ir conquistando espaço, comemoramos nosso primeiro ano com Gessinger, Licks e Maltz sabendo de nossa existência e até nos parabenizando. Mas destino certo para tudo que nasce, chegaram as mudanças. No final de 2009, entre coisas internas da banda aconteceu a saída do Luis da banda. Continuamos algum tempo como trio com o Walter. Tocamos em Quixadá, primeira viagem, e fizemos um show não muito satisfatório na primeira edição do Coverama Ce. Depois disso Walter se afastou da banda, casou e foi morar com a esposa no interior. Entrou na banda Ítalo Ribeiro, nosso atual baixista. Com ele ganhamos nova dinâmica, aos poucos as pessoas foram curtindo de novo nosso som após meses parados e sumidos e começamos a ganhar novos amigos, novos de fé e novos horizontes. Depois de um 11 de agosto, aniversário de dois anos, apagado sem saber o que seria da banda, completamos três anos em grande estilo tocando ao lado de um ídolo... Carlos Maltz.

Humberto e Tiago com a camisa de 3 anos da Guardas - Natal - RN


com Carlos Maltz e Marcus Melgar no backstage do GF 3 Anos, já com Ítalo no baixo

final da festa, com Carlos Maltz

Antes de prosseguir, uma história. Não me recordo os nomes da história original, então vamos com um pirata conhecido por todos nós:

"Jack Sparrow tinha um famoso navio, o Pérola Negra. Todos falavam do Pérola, por ser o melhor e maior navio de combate. Só que um dia, com nova tecnologia de poder de fogo disponível, Jack trocou todas as armas do navio. Ainda era o mesmo Pérola Negra? Depois, viu que as velas precisariam ser trocadas pois o tecido estava se rasgando com a força do vento. Com as novas velas, o navio ficou menos Pérola Negra? Em uma grande batalha, a embarcação ficou bastante deteriorada, se fazendo ser trocada toda a madeira de um lado do navio. Jack aproveitou e trocou logo a madeira do navio inteiro. Ainda estamos falando do Pérola Negra original?"...

Com as mudanças que a vida nos traz, continuamos os mesmos, ou mudamos a ponto de perder a identidade? O que nos mantém como Guardas da Fronteira. Como estaremos daqui pra frente? Quando chegarem mais filhos, mais trabalhos, mais cabelos brancos, mais obrigações, quando mais pessoas se forem, quando novamente for preciso largar tudo, seremos os mesmos? O que é de fato uma banda, quando ela nasce, quando ela morre? Até hoje pra mim, a amizade é fundamental pra continuarmos juntos e já pensarmos preliminarmente nos 5 anos. Algo que nos leva a continuar quando tudo conspira para desistir, algo que não se pode explicar mas só nos leva a cantar, talvez aquela "força estranha" que se canta. O que pode explicar o que acontece quando plugamos os instrumentos e soamos o primeiro acorde? O que explica uma escolha feita que deixou utras tantas no plano das idéias?

"Nós não precisamos, saber pra onde vamos, nós só precisamos ir!"

Dia 10 de agosto, estão todos convidados a "ir" também.

Todos convidados (clique pra ampliar e ver as informações)
PS: um grande abraço também aos amigos que já passaram pela Guardas e a outros tantos sempre presentes no dia a dia:

Henrique Studart que nos deu uma força pra melhorar nosso desempenho como músicos, e Rubens Rodrigues, fotógrafo e de fé, já deu uns cliques valorosos pra banda (não estão nos nossos arquivos de fotos)

Suzana Campos, sempre acompanhando e fotografando,  Henrique Riedel, amigo que já tirou um som com a gene e grande o Rafa Carfê, o ximbinha, sem mais! rsrsrs

Rafaella Barrocas - tocou bateria conosco

Gleisinho Monteiro - batera, seguiu viagem conosco em Mossoró - RN

Jefferson Gê - se garantindo no baixo

Léo Porto - o mr. Coverama CE, nos abriu vários caminhos
Guilherme Dantas - o Mr. Sempre Ler: parceiraço, direto da serra gaúcha!
Maurílio Fernandes e a galera da Empire que foram fundamentais para concretizar a  vinda de  Carlos Maltz à Fortaleza

Maíra Araújo (de óculos, ao lado da garota de amarelo) - nos abriu as portas da Saraiva Megastore duas vezes e nos deixou ajudar a cuidar do Humberto na sessão de autógrafos em Fortaleza




E A TODOS VOCÊS DE FÉ QUE NOS ACOMPANHAM, AQUELE SUPER ABRAÇO! =)